A vivência da menopausa em executivas é diferente
Existem diversos fatores biológicos e psicosociais que influenciam a experiência da menopausa
Você acha que as mulheres executivas vivenciam a menopausa de um jeito diferente?
Escute o aúdio abaixo ou leia o texto na íntegra
Como a menopausa afeta a vida das mulheres executivas? Será que os sintomas decorrentes do fim das regras diferem em função do tipo de trabalho das mulheres?. Esta intrigante questão foi, parcialmente, respondida por um estudo americano que avaliou mais de 900 mulheres, todas executivas, com idade igual ou superior a 35 anos. Mais de 50% delas estavam passando ou haviam passado pela menopausa. Vamos aos resultados: a maioria das mulheres estava vivenciando as alterações decorrentes da menopausa, sendo que 95% apresentavam sintomas físicos, como ondas de calor e ressecamento vaginal. Sintomas emocionais tais como irritação, nervosismo e perda de concentração foram bastante comuns. Dentre as mulheres que apresentavam sintomas, muitas os referiam como bastante intensos a ponto de prejudicarem suas atividades profissionais, sociais e familiares. Um dado muito interessante foi a observação de que mulheres executivas também tem dúvidas sobre os benefícios e riscos da TRH, a terapia de reposição hormonal. Este tratamento para os sintomas menopáusicos suscita várias dúvidas e temores, mesmo em mulheres que podem se beneficiar do seu uso Elas não sabem, por exemplo, a diferença entre os esquemas e doses hormonais dos diferentes regimes de tratamento. O fato é que desde que resultados de pesquisas destacaram os riscos da TRH houve declínio no número de usuárias de reposição hormonal. E assim muitas delas continuam sofrendo. Desnecessariamente. Já que um tratamento cauteloso e bem indicado funciona muito bem. Isto não quer dizer que todas as mulheres menopausadas devam iniciar já sua reposição hormonal. Sejam elas executivas ou donas de casa. (Simon & Reape, 2009. Menopause)
Escrito por Dr. Alexandre Faisal às 08h53
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O apego entre mães e seus filhos é fundamental para o bom desenvolvimento deles
O último boletim sobre cólicas menstruais provocou uma série de comentários polêmicos. Possivelmente devido a chamada "algumas mulheres merecem", postada erroneamente. Desde já peço desculpas pelo mal entendido. A frase final do texto "algumas mulheres fazem por merecer ?" deveria ter sido o título. O texto fala de pesquisa recentemente publicada num periódico de renome na área de Ginecologia e Obstetrícia que ressalta o papel nefasto do tabagismo e uso do abusivo do acúcar na gênese das cólicas menstruais. Trata-se de uma hipótese, não de uma afirmação de causalidade. Daí que mulheres que não fumam e não abusam do acúcar podem ter cólicas, e vice-versa. O objetivo do post é alertar as mulheres tabagistas e com dieta inadequada, que sofrem de dores durante as regras, sobre estas novas evidências. Já que quando se trata de dor "ninguém merece". 